Centro
Sai do aeroporto e peguei um ônibus direto até a Sé, bem no centro da cidade, já na calçada do elevador Lacerda. Para chegar demorou em parte porque peguei um baita transito em outra porque é longe mesmo, a cidade é bem maior do que imaginava, o bom é que o ônibus faz quase todo o caminho pela orla e a paisagem é linda.Ao descer do ônibus caminhei pelo pelourinho, era um dia chuvoso e tentava fugir dela em cada lugar que entrava, mas deu para aproveitar um pouquinho entre uma pancada e outra. Sempre tinha ouvido falar do pelourinho como um bairro perigoso e fiquei surpresa pois me deparei foi com muito policiamento nas partes turísticas, que é o que vem acontecendo em muitas cidades brasileiras.
O maior atrativo do pelourinho é andar pelas ruas de pedras tortas e casas coloridas, tem muita igreja e museu na região, afinal é o centro histórico, mas o melhor é estar na rua mesmo. Bem no centro está a casa de Jorge Amado, que claro que mostra a vida dele e de sua esposa, tem uma lojinha com quase todos os seus livros (digo quase porque justo o Gabriela não tinha) e um café agradável. Também no pelourinho, mas mais perto da Sé tinha indicação de conhecer a Igreja da Ordem 3ª de São Francisco, por causa do teto, achei ela um bocado abandonada e pela entrada não julguei que compensasse pagar para entrar e olhar mais.
Na frente do elevador Lacerda fiz uma visita monitorada ao Palácio Rio Branco, que vale a pena tanto pela vista como pela explicação histórica sobre a cidade. Quanto ao elevador em si, apesar de ser o ponto turístico mais famoso da cidade não tem nada demais, é um elevador comum, mas que facilita muito a vida da população. Logo abaixo na saída do elevador está o mercado modelo, com muitas lojinhas de artesanato embaixo e um restaurante em cima.


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