quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Tailândia - Laos - Vietnã - Camboja

Tailândia

Chiang Mai

Foi nossa primeira cidade na Tailândia, ficamos hospedados em um hostel bem simples de dentro da cidade velha, é uma delícia ficar na cidade velha, as ruas são tortas e convidam a gente a se perder e descobrir coisas novas. Apesar disso achei que a parte da cidade mais agitada é entre o canal e o rio Ping, o movimento noturno na rua é muito mais intenso por lá, gostamos tanto que acho que fomos quase todos os dias, em dois deles comemos no mercado uma costelinha de porco maravilhosa, a comida aqui é bem apimentada e para mim chega a deixar a boca e os lábios dormentes, estou me virando com arroz e legumes, descobri que na maioria das vezes a pimenta está na carne, então estou fazendo dieta forçada.

Na cidade tem vários templos, visitamos alguns dos mais famosos ....

Visitamos dois mais distantes no outro dia, um deles, o mais famoso, Doi Suthep, a entrada custa 30baths para estrangeiro, tem uma escadaria gigante, com um dragão enorme servindo de corrimão, dentro tudo reluz e recebe montes de turistas a todo momento, o decepcionante foi ver o museu que mais parece um depósito com tudo largado, até teia de aranha encontrei nas peças, precisam urgente de um conservador.

Saímos de lá e visitamos outro templo no caminho, não tinha o luxo do primeiro, mas me passou uma sensação muito maior de paz, talvez porque tem muito mais mata ao redor e a natureza prevalece, as construções são harmoniosas e tem muito menos visitantes, pena que fomos no fim do dia, queria ter passado mais tempo por lá.

Finalizando nossa estadia reservamos de ficar uma noite e dois dias no Elephant natural park, quando comecei a pesquisar a vinda para a Tailândia não pensava em fazer nenhum passeio envolvendo animais, já faz um tempo que comecei a refletir em como eles são abusados e incomodados para satisfazer aos turistas, mas aí descobri este parque que resgata animais que sofrem maus tratos e faz um trabalho maravilhoso de reabilitação, as atividades envolvem observação dos animais soltos, alimentação e ouvir a história de cada um deles e o que sofreram antes de estarem lá.
Tem que reservar com bastante antecedência se quiser dormir por lá, reservamos em julho para ir em novembro, no entanto para nós tinha outro agravante, era o festival das lanternas naquela semana e a cidade estaria bem cheia mesmo.

Chiang Raí

A partir de Chiang Mai tem passeios de um dia para Chiang Raí, basicamente para visitar o templo branco, já que a viagem dura umas 4 horas e não dá tempo de fazer mais que isso, nos resolvemos ir para lá direto porque depois seguiríamos para o Laos de barco e era caminho, um dia antes vimos que tinham ônibus de hora em hora e estava bem tranquilo de passagem, tá, aí a gente chega na rodoviária meio dia e não tem mais para aquele dia, a gente com hotel reservado, nem Net para ver outras opções, estávamos saindo para procurar um café e resolver o que fazer quando tem um caminhãozinho que parece o dos bombeiros (aparentemente é o transporte público de Chiang Mai) saindo para Chiang Raí, só esperando encher, o dobro do preço por metade do conforto mas aparentemente não nos resta outra alternativa, seguimos para mais um perrengue de viagem que a gente ri depois.
Como já chegamos no fim do dia fomos em poucos lugares, no mercado noturno que já é do lado da rodoviária e no cat'n'cup, um café onde os gatos tem um espaço para ficarem soltos e a gente come com eles na volta.

No dia seguinte visitamos o templo branco e o azul.
O branco é mega turístico, mas as pinturas de dentro são de impressionar, o azul é um pouco mais simples mas com uma proposta bem parecida

Laos - Luang Phrabang

De Chiang Raí pegamos o primeiro ônibus que sai da rodoviária as 6 da manhã, levou a gente até a fronteira de saída da Tailândia, fizemos os procedimentos de saída e pegamos outro ônibus que leva até a entrada do Laos, preenchemos dois formulários, um de visto e outro de entrada no país, entregamos os passaportes, pagamos e aguardamos chamada, de lá pegamos um transporte até poder pegar o barco.
A ida de barco até Luang Phrabang leva dois dias, com parada para dormir em Pak Beng, é uma viagem um tanto cansativa mas vale a experiência, a paisagem é linda, fiquei preocupada que não vi um colete salva vidas no primeiro barco, e no segundo tinham só alguns, nessa hora a gente apela para o anjo da guarda, fazer o que né
Como já tínhamos lido é bem tranquilo conseguir hospedagem em Pak Beng, quando o barco chega já tem muita gente oferecendo, já tínhamos ido com o local mais ou menos pensado pelas referências do booking, pagamos $10 para o casal, metade do que se tivéssemos reservado pelo site.
Em Luang Phrabang saímos para passear a noite e foi uma das melhores refeições que fizemos desde o início da viagem, de dia conhecemos um grupo de brasileiros e aproveitamos para ir com eles para as cachoeiras, a ideia inicial era alugar moto, mas dois nunca tinham pilotado e não passaram no teste, é..., aqui não precisa de carta para pilotar e apesar de ninguém usar capacete se estrangeiro tiver sem capacete eles param e multam, acabamos optando por ir de tooktook, o motorista fica o dia todo conosco esperando, para 3 saiu quase o valor de alugar as 3 motos.

Visitamos as cachoeiras ... Ambas com a mesma cor de água, na primeira é preciso pegar um barco para chegar e tem uma estrutura melhor para passar o dia e banhar, a segunda tem uma queda linda e muito mais turistas, além de um projeto de salvamento de ursos que achei que podia ser melhor.

Vietnã - Hanói

De Luang Phrabang para Hanói tem ônibus que fazer o trajeto, de avião estava bem caro e não rolou, os ônibus saem as 18 e a viagem dura 24 horas, as poltronas são deitadas, não tem a opção de sentar, são 3 fileiras de bancos dispostos como se fossem beliches, a estrada tem muitas curvas, o motorista dirige como louco e em vários momentos achei que o ônibus ia tombar para os lados, mais uma vez os anjos estão de plantão para continuar vivinha. O ônibus não tem banheiro, então ele para a cada 2 horas mais ou menos no mato mesmo, na maior escuridão do mundo, entrando no Vietnã ele até começa a parar em lugares com banheiro, mas sinceramente acho que o mato estava melhor, chegamos na fronteira do Laos 2 horas antes da abertura e tivemos que esperar a abrir para fazer os procedimentos, ordem e fila não existem, e a incompetência é de sofrer, mas vamos lá né, dá saída de um país, da entrada no outro, revista ônibus na saída, de revista ônibus na entrada, vai buscar bagagem que não sabe nem onde está para passar no rx, passaporte não passa no scanner, vai para verificação, volta, o ônibus faz um caminho maluco que está bem longe de ser o mais próximo, para demais, as pessoas falam alto, gritam, não usam fone de ouvido e te empurram o tempo todo para te apressar, um chinês veio deitado no corredor a noite toda, não sei porque não ficou no lugar dele, depois de 3/4 da viagem mais ou menos saímos para ir ao banheiro e quando voltamos nossas coisas tinham sido trocadas de ônibus, iam seguir com outro, acontece que a gente não tinha visto as mochilas e se elas tinham ido mesmo, e aí foi aquela confusão eles gritando com a gente e a gente brigando com eles, cada um na sua língua sem ninguém se entender, a viagem que era para durar 24 horas durou quase 27, chegamos em Hanói a noite, sem uma loja que vendesse chip para internet e com as coisas já fechando, graças a internet de uma lojinha conseguimos pegar um grab, que é o equivalente ao Uber no Brasil.

Em Hanói conseguimos passear um pouco na cidade e ver o famoso teatro de marionetes na água

Compramos uma pacote em agência de viagem para ir até Halong Bay, pegamos um pacote de dois dias em um barco 3 estrelas por $99, os preços dependem da qualidade do barco e quantidade de dias, no primeiro dia visitamos uma caverna e uma praia com um mirante, no segundo dia andamos de caiaque e visitamos uma fazenda de ostras para extração de pérola, todas as são feitas no barco e achei que a gente tem pouco tempo para ficar parado de bobeira, o tempo todo tem uma atividade, mas valeu, a paisagem é linda e acordar por ali encanta.

Para Trang An (eles falam Chang An) pegamos um passeio de agência também, mas sentimos que aqui seria tranquilo fazer sem, de manhã eles levam a gente em um templo gigante, com não sei quantos budas representando as fases da vida dele e depois tem o passeio de barco pelo rio, o passeio dura em torno de 2 horas com uma pessoa remando para cada 4 turistas, passando por cavernas e paisagens montanhosas e uma paradinha na ilha onde foi gravado King Kong.

Da cidade viajamos de trem até Hue, pegamos uma cabine com 4 camas, 2 em cima e duas embaixo, uma viagem bem confortável

Em Hue chegamos e já aproveitamos que estávamos na estação para ver passagem para Hoi An, íamos no dia seguinte, estava a gente se dirigindo para o painel de valores quando fomos direcionados para uma mesa de informações, tudo aparentava ser da própria estação, depois descobrimos que na verdade se tratava de uma agência, acabamos fechando as passagens (e eles nos pegariam na pousada), também fechamos com ele uma pessoa para nos levar em 3 pontos que queríamos, um era bem longe do outro e demos uma calculada de greb sairia mais caro, deixamos a moça um tanto estressada, começando que ela queria estabelecer horário para visitarmos os lugares (se a gente quisesse seguir horário teríamos comprado um tour, não contratado uma pessoa), depois a gente quis parar em um café, ela disse que ali não era de locais e nos levou na entrada do próximo local onde iríamos visitar, indicando um dos restaurantes de lá, que era extremamente caro e não tinha nada de especial e nem que a gente quisesse comer, saímos (com a moça do restaurante fazendo a maior cara feia e parecendo que estava xingando a gente na língua dela), paramos em um café, comemos o que queríamos e entramos no local, aqui era enorme e ficamos muito tempo, aí ela estressou mesmo, chegou a ligar para nós e dissemos que quando terminássemos avisaríamos ela, depois disso foi de cara feia até o fim do passeio, não sei como não largou a gente no caminho e ainda achamos que ela ficou esperando gorjeta.

Dia seguinte fomos caminhando até a cidadela e visitamos quase tudo em 3 horas.

Uns 15 minutos antes do horário combinado chegou uma van para nos levar para o ônibus em direção a Hoi An, chovia sem parar e o caminho estava alagado em vários pontos, chegamos lá com uma das chuvas mais constantes que já vi na vida, o motorista do ônibus nem se preocupa em parar perto da calçada, uma poça de água imensa para descermos, aí aquela loucura para pegar mochila na chuva, cada um por si, o Guto ainda pegou a bagagem de uma moça que era igual a dele, eu entrei no porta mala para pegar a minha, a dele estava por baixo e com o motorista passando nos alagamentos entrou água no porta mala e molhou tudo, chegamos no hotel pendurando tudo, já era de noite e nem pensar em sair com a cidade alagada, nem taxi a gente conseguia para nos levar para o hotel, o moço da agência acabou vendo uma van para transportar os remanescentes.

Chegando no hotel sou eu que quase mato uma, a gente chega molhado, cansado, e acho que só brasileiro sabe como a gente precisa de banho antes de qualquer coisa, aí vem a moça e quer que a gente sente, serve fruta e chá, a gente já tinha perguntado de lavanderia, mas com aquele tempo nenhuma daria conta de secar a roupa, a gente também já tinha perguntado de comida e disseram que não seria possível delivery com aquele tempo, aí acho que depois de meia hora nos enrolando ela nos diz que tem um cardápio, mas que só tem Noodles, a gente aceitou na hora, só não entendi porque ela demorou tanto para dizer. Secamos algumas roupas no secador, penduramos tudo e ficamos de molho ouvindo a chuva, dia seguinte não parava de chover por nada, a gente só conseguiu ir até o mercado e depois voltar, com uma parada para almoçar, mas a chuva não dava trégua, nossa ideia aqui era pedalar, mas assim nem pensar, e como a previsão era de chuva por muito tempo nem insistimos, fechamos um transfer até o aeroporto e de Da Nang para Ho Chi Minh fomos de avião.

Ho Chi Minh já se chamou Saigon, e a maioria da população que a gente ouviu falando ainda usa este nome, então resolvi adotar e é o que estará nos meus relatos, aqui acabamos enrolando e ficando mais tempo, foi um dia de lavanderia e aproveitamos para ir no ópera house onde estava tendo um espetáculo bem vietnamita, segundo dia nos aventuramos de ir de transporte público até os túneis de Cu Chi, assim a gente ficaria o tempo que quisesse sem a azucrinagem das agências controlando nosso tempo, descobrimos que é demorado porque é longe mesmo, mas que o sistema de transporte é ótimo, acho que não esperamos mais de 10 minutos por um ônibus, pegamos 3 para ir e 3 para voltar, e ainda na volta demos uma volta no bairro para sentir parte da cidade não turística.

Para o delta do Mekong fechamos o passeio com uma agência, aí é aquele esquema de parar para compras, fazer passeio de barco, comer frutas típicas, beber bebidas típicas, visitar criador de abelhas e visitar uma fábrica de bala de coco, depois do almoço foi possível pedalar, deitar na rede ou observar os jacarés.

Aproveitamos a manhã para visitar o museu da guerra e o palácio da reunificação, a tarde seguimos para o Camboja

Fronteira

Brasileiros são sempre orientados a não desgrudarem de seus passaportes, aí já viu como a gente desespera quando eles fogem da nossa vista, primeiro o auxiliar do ônibus pede, vê que não tem o visto, guarda o de todos mundo em uma bolsinha e ainda recolhe o dinheiro de quem está sem visto, chegando na fronteira ele entrega todos ao oficial, ele carimba e coloca dois formulários semi preenchidos dentro, entra no ônibus, fui tentando preencher mas não deu tempo, desci do ônibus, o oficial do Camboja recolhe todos os passaportes e formulários, sem preencher mesmo, a gente entra no ônibus e ele começa a andar, ninguém recebeu de volta o passaporte, o ônibus depois de andar o um tantão para em um restaurante onde a gente espera o auxiliar do motorista com nossos passaportes, não tivemos tempo de ver nem se tinha câmbio na fronteira, no restaurante que paramos não tinha, então entramos no Camboja sem dinheiro, depois a gente descobre que no Camboja eles usam muito mais o dólar do que o dinheiro local, mas com uma conversão nada boa para a gente.

Ficamos na capital por um dia, fomos ao palácio, a entrada era bem cara, mas como não íamos conhecer mais muita coisa lá pagamos e depois fomos bem rápido no museu do genocídio conhecer uma história bem recente do Camboja, inclusive pode conversar com sobreviventes todos os dias as 15h, se quiser se preparar para saber mais antes de chegar aqui pode assistir ao filme "primeiro mataram meu pai" dirigido por Angelina Jolie e disponível no Netflix

Seguimos em direção a Siemp Riep, onde fica o templo Angkor, que na verdade é um complexo de templos, o ingresso não é barato, mas vir aqui e não conhecer não fazia muito sentido para nós, é possível comprar ingressos para 1, 3 ou 7 dias, separamos 2 dias para conhecer, também é preciso fechar com um tuktuk pois o complexo é bem grande e impossível fazer a pé no tempo que tínhamos, via de regra existem dois circuitos, o curto e o longo, o longo só tem mais distância a ser percorrida, mas o pequeno tem muito mais coisas para ver, então recomendo que vá no dia que estiver mais descansadx, também vi muita gente fazendo de bike, se este for seu caso recomendo mais dias e um hotel mais próximo dos templos, ou fechar com uma agência de pedal que já te entrega as bikes lá na entrada

A cidade a noite é uma delícia, cheia de bares e mercados com algumas ruas fechadas para veículos

Voltamos para Tailândia

Chegamos em Dom mueg e pegamos um trem direto para Ayutthaya, a estação fica bem na frente do aeroporto, dormimos por lá, mas não recomendo, não tem movimento nenhum na cidade a noite e dá para vir de manhã e voltar a noite tranquilamente, a cidade tem uma infinidade de templos, separamos os mais famosos para conhecer, mas depois de tudo que tinha lido e de ter conhecido em Angkor não fiquei muito impressionada não, acho que esperava mais, por isso detesto criar expectativas.

Dia seguinte pegamos trem para Kanchanaburi basicamente para ver a ponte sobre o rio Kwai, um marco histórico da 2ª guerra. Fomos de trem porque a gente gosta, mas tem só um para ir e outro para voltar, também dá para ir de ônibus ou fechar com agência de turismo, vai do gosto de cada um.

A última parte da viagem foi nosso circuito de praias, agora para relaxar, pegamos avião para Puket por $24,00 dólares, da nem para acreditar nesse preço, ficamos hospedados no centro, o que parecia ser mais fácil depois descobrimos ser um erro enorme, pois no centro não tem nada, e o transporte para as praias termina bem cedo, 17h saía o último ônibus de Patong (praia mais famosa) para o centro, além de ser só a cada hora, recomendo ficar em Patong se gosta de ter acesso a fácil ao comércio e vida noturna.

De Puket pegamos um barco para Phi Phi, o barco era enorme e chegando próximo ele reduzia a velocidade e ainda dava uma explicação sobre algumas praias, ao desembarcar em Phi Phi existe uma taxa de coleta de lixo na ilha que é de 20 baths, que na minha opinião poderiam ser cobrados por dia pois a quantidade de lixo produzida é enorme, quando chegamos na praia e olhamos para o mar e o que era para ser 2 dias virou 4, a gente cancelou o hotel em Krabi e ficamos mais dois dias aqui, a ilha é tudo de bom, ótima para andar a pé, ótima para quem gosta tando de balada quanto de sossego e linda, deu vontade de morar naquele lugar, e muitos brasileiros moram, descobrimos um restaurante de comida brasileira e praticamente todas as agencias de mergulho tem instrutores que falam português.

De Phi Phi fomos para Ko Samui onde eu tinha reservado o hotel mais requintado para encerrar nossa viagem, eram bangalôs na beira da praia e só fizemos relaxar em nossos últimos dias. Que pena que acabou!

Curiosidades da viagem

1 quase todos os hotéis te dão água de graça

2 quase todo lugar que serve refeição te dá chá de graça antes de chegar a comida

3 café com leite vietnamita é muito diferente do café com leite no Brasil, eles colocam um troço branco no fundo que tem aparência de leite condensado e depois passam o café caindo gota a gota por cima, a coisa mais próxima que encontramos foram os cafés que servem capuccino

4 tem muitos turistas chineses por aqui, nunca tinha tido contato com tantos e não fazia ideia de como eram, fiquei horrorizada, eles falam muito alto, destroem tudo onde passam, não respeitam não pise, não sente, não toque, não grite e principalmente não fotografe, não estão dando a mínima se passam na frente da sua foto, mas se vc entra na frente da deles eles gritam e te mandam sair já empurrando, não respeitam ordem e fila, resumindo eles passam pelos lugares e depois vc pensa que foi uma manada mamutes descontrolada

5 em Saigon algumas atendentes de casas de massagem tentam agarrar os fregueses pela mão para tentar convencê-los a entrar, ainda tenho dúvidas se esses lugares oferecem só massagem, por via das dúvidas agarrei o marido para não ter perigo

6 na área mais frequentada por mochileiros em Saigon se ficar nas ruas principais vai parecer que está nas praias do Brasil com um monte de vendedores ambulantes te oferecendo coisas o tempo todo, se quer um pouco mais de paz e ainda descobrir lugares bem legais tente entrar nas vielinhas, sem medo, tem muita coisa interessantes nelas, inclusive hotéis e restaurantes bem bons

7 Se gosta de roupas curtas e/ou decotadas ande sempre com um lenço ou uma canga para cobrir quando tiver restrição de roupas na entrada de lugares sagrados

8 para atravessar as ruas olhe sempre dois dois lados, não existe contra mão, semáforo ou preferência, se possível acompanhe alguém da cidade, viu a pessoa atravessar gruda do lado e vai no ritmo dela, se for atravessar sozinhx, não os oscile, vai com fé, atravessamos muitas ruas e estamos vivos, teve algumas que até comemorei

9 em Hoi An os vendedores são extremamente insistentes, do tipo que vai te seguindo se achar que está interessadx, se perguntar o preço então já era, vão com você até em casa

10 algumas comidas são apimentadas e a maioria dos lugares elas são servidas em temperatura morna

11 eles dão canudo demais e guardanapo de menos

12 viagem de avião na maioria das vezes não é caro, e o preço não varia muito ou quase nada se vc comprar com antecedência ou mesmo no dia, pagamos $24,00 de bkk para Puket ...

13 consulte as regras para despachar Power bank, os nossos ficaram retidos em bkk (se não voltássemos para lá tínhamos perdido) e depois pedi outro na minha conexão na China, pq disseram que era muito potente, sendo que ele tinha vindo pela china e segundo as regras de bkk precisava ir na bagagem de mão

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